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Ideias de negócios para faturar com cerveja.




De microcervejaria a delivery, empreendedores contam como lucram vendendo cervejas nacionais e importadas.


Cervejinha amiga:
A cerveja é uma das bebidas preferidas dos brasileiros. Com tanta gente querendo um copinho, aparece uma oportunidade também para os empreendedores. Apesar da produção de cerveja no Brasil ser dominada por grandes empresas, os pequenos negócios podem faturar com a venda de rótulos nacionais e importados em restaurantes e até pela internet.

De acordo com uma pesquisa realizada pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) em parceria com o Sindicerv (Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja), em 2008, o setor cervejeiro gerou aproximadamente 1.7 milhões de empregos, o que inclui as atividades diretas (como produtores e distribuidores) e indiretas (fornecedores). Confira algumas ideias interessantes para o negócio com a cerveja:

• Kleine Ecke:
Membro da quarta geração de uma família de mestres cervejeiros e com mais de 35 anos de trabalho no setor, vivenciados em grandes companhias nacionais, Egon Tschope, o principal executivo da KLEINE ECKE decidiu investir em seu próprio negócio aproveitando toda experiência acumulada ao longo destes anos.

Com o crescimento e oportunidade do mercado aliados ao conhecimento técnico, a idéia de criar uma loja especializada fermentou. Em 2011 surge à primeira loja KLEINE ECKE, instalada no Continental Shopping em São Paulo.

Uma cerveja especial é para ser apreciada, não apenas tomada. Partindo desta premissa a KLEINE ECKE trabalha para que os clientes possam compreender que uma cerveja especial tem mais qualidade que as comerciais e podem ser harmonizadas com diversos pratos, desde o mais simples aperitivo até um prato mais bem elaborado.

O sucesso de sua primeira loja despertou o desejo de expandir o modelo e em 2012 surge a idéia de conceber franquias em todo território nacional trabalhando junto com a Dubnet varejo & franchising. Mais informações: clique aqui.

• CluBeer:
O CluBeer é um negócio especializado em vendas de cerveja especiais por assinatura. O cliente recebe em casa kits com dicas de harmonização e os rótulos que escolher. Fundado pelas beer sommelier Kathia Zanatta e Cristiana Bratt, no final de 2011, o negócio exigiu um investimento inicial de 200 mil reais.

São quatro kits oferecidos e o preço varia de acordo com a duração da assinatura e a variedade de cervejas especiais. Há opções somente com rótulos nacionais e outras com rótulos internacionais, por exemplo. Cristina explica que existem três grupos de clientes, “os apaixonados por cerveja, os curiosos por cervejas e os presenteadores”.

A expectativa é de fechar o primeiro ano do negócio com faturamento superior a 2 milhões de reais, mais de 5 mil associados e 50 mil kits entregues. Para interessados em investir no mercado, Cristina afirma que é importante ter parcerias sólidas que lhe garantam vantagens competitivas. “Foque na prestação de serviços de excelência e não somente no produto e, por fim, divirta-se”, diz.

• Disque Gelada:
Criado há nove meses, por Adriano Lima, Denise Galvão e Felipe Cabral, o Disque Gelada é um delivery de bebidas localizado na capital paulista. O cliente pode pedir por meio do internet, das redes sociais e do telefone produtos como cerveja, carvão e baralho. O detalhe é que os pedidos são entregues por funcionários fantasiados de heróis, os Breja Boys ou Breja Girl.

Hoje, o negócio conta com cinco motoboys que entregam em boa parte da capital paulista, de quarta a domingo. O serviço é oferecido até às 4 horas da madrugada durante as sextas-feiras e sábados. A cerveja representa a maior fatia do faturamento do Disque Gelada. “Atendemos desde o churrasqueiro de plantão ao cara que assiste jogo sozinho”, conta Lima.

O investimento inicial do negócio foi de 25 mil reais e são entregues aproximadamente 190 pedidos por semana. Lima explica que é preciso pensar bem antes de entrar no mercado de delivery noturno. “Não pode ficar atraído pelo baixo investimento. É preciso persistência e dinheiro para manter o negócio", opina.

• Empório Alto dos Pinheiros:
O Empório Alto de Pinheiros conta com quase 500 rótulos de cervejas nacionais e internacionais e investiu recentemente em uma reforma para servir 28 tipos de chopes diferentes. “A gente abriu sem estar 100% no conceito do que a gente tem hoje. Mas, trabalhando melhor na área de cervejas especiais, vimos o negócio crescer”, explica Roberta Teixeira da Costa, sócia-fundadora.

O investimento inicial foi de aproximadamente 1 milhão de reais e o faturamento médio mensal é de 500 mil reais. Para quem pensa em abrir um negócio porque gosta da bebida, ela explica que é importante gostar também de trabalhar. “Tem que procurar por cervejas novas, tem que ter disponibilidade e não pode pensar que o retorno vem a curto prazo”, conta Roberta.

Sobre o perfil do cliente, a empresária explica que é bem variado. “De jovens a senhores de 80 anos, eles querem tomar uma boa bebida em um ambiente agradável”, explica Roberta.

• Microcervejaria Bamberg
A microcervejaria foi fundada em 2005 e já foi eleita como a melhor da América do Sul, no Great South Beer Cup. Alexandre Bazzo e seus irmãos Thiago e Lucas passaram um ano planejando o negócio e o investimento inicial foi de 2 milhões de reais. “As principais dificuldades do começo foram achar equipamentos bons e confiáveis com um custo acessível para começar e lidar com burocracia dos órgãos que nos fiscalizam”, explica Bazzo.

Ele diz que o capital investido ainda não foi recuperado, pois o investimento continua, e o retorno ainda deve levar 5 anos. A média de faturamento mensal é de 200 mil reais. A expectativa de Bazzo é que a Bamberg feche 2012 com um crescimento de 40%, atingindo uma média mensal de 50 mil litros.

Para interessados em investir na produção de cervejas artesanais, ele afirma que além de ser apaixonado pelo mundo da cerveja, é preciso estudar muito. “Lembre-se de que você não é uma mega cervejaria, seu orçamento é sempre apertado e você tem que vender qualidade e não o mais barato”, ensina.

• Mr. Beer:
Criada em julho de 2008, o primeiro quiosque do Mr. Beer foi aberto no ano seguinte no Shopping Ibirapuera. Rodolfo Alves e Fabiano Wohlers são os fundadores do negócio especializado na venda de cervejas especiais. Atualmente, são comercializados mais de 200 rótulos de cervejas artesanais e importadas.

O investimento inicial para quem quer abrir uma franquia do quiosque é a partir de 110 mil reais. Os quiosques da rede são colocados em pontos convenientes, como shoppings, e exigem 6 metros quadrados. Outra opção é a dos espaços gourmets, em que não precisa de uma área mínima. Cada quiosque fatura 50 mil reais no mês e, no caso dos espaços gourmets, o valor é de aproximadamente 90 mil reais.

O perfil do cliente desse mercado é da classe A e B e a marca foca também na venda de presentes e acessórios para apreciadores de cerveja.

Fonte: Exame.com.br

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