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Varejo aposta no boom dos shoppings em 2012.




Sem crise à vista, o setor pretende inaugurar 43 novos centros comerciais.

A indústria de shopping centers está preparada para repetir em 2012 o "boom" de vendas e lançamentos de empreendimentos registrado na década de 1980. A análise é da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). Sem crise à vista, o setor pretende inaugurar 43 novos centros comerciais - o dobro da média de lançamentos ocorrida nos últimos cinco anos. A expectativa com isso é superar R$ 110 bilhões de faturamento anual.

Em 2011, as vendas dos centros comerciais devem registrar faturamento de R$ 100 bilhões, cifra que correspondeu a 20% de todo o varejo nacional. Segundo a Alshop, para os próximos dois anos e meio, 124 novos shoppings serão construídos. Em 2012, cerca de 43 shoppings serão inaugurados, lançados ou projetados no Brasil. A projeção foi feita e divulgada pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), incluindo cidades do interior do Brasil.

Para Fátima Rocha, presidente da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro e dona da MegaMatte, investir na abertura de unidades em shopping significa levar a marca para pontos de grande visibilidade e circulação de pessoas. A MegaMatte tem 50% de suas lojas shopping centers.

“A escolha do ponto comercial é fundamental para o sucesso do negócio. É preciso, porém, estar atento a localização da loja, mesmo que o empreendedor opte por um centro de compras. É fundamental pesquisar o perfil e renda do público freqüentador e características da região. Não adianta ter uma marca de peso e um local inadequado, os públicos são diferentes”, analisa Fátima.

Estimativas tão promissoras fazem os shoppings virarem alvos dos empreendedores. A Yogoberry tem a maioria de suas lojas em shoppings e as próximas inaugurações também devem ser em grandes centros comerciais. “Os públicos de shopping e rua são muito diferentes. Por isso para abrir cada franquia nós somos bastante exigentes em relação ao ponto comercial. As lojas de rua não funcionam em qualquer lugar, depende muito do clima e dos hábitos das pessoas. Já as lojas de shoppings tem público certo e extremamente variado, compensam mesmo com um valor de investimento mais alto devido ao aluguel do espaço” – conclui Marcelo Bae, diretor executivo da Yogoberry.

Fonte: www.portalvarejo.com.br

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