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As 10 franquias mais antigas no Brasil, segundo a ABF.


Confira as marcas que estão há mais tempo operando como franquias no mercado brasileiro, de acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Franchising

Um dos critérios importantes ao investir em uma franquia é certificar-se de que a rede oferece credibilidade e segurança para os seus franqueados. O tempo de mercado não é o único fator a ser pesado – afinal, há redes jovens que são igualmente confiáveis –, mas é um bom indicativo de que por trás da franquia há uma empresa sólida e experiente, que possui uma marca a preservar.

Por outro lado, redes mais antigas tendem a possuir uma cobertura mais abrangente, o que significa que achar bons pontos para trabalhar com a marca pode ser um desafio.

Entre as redes de franquias mais antigas do Brasil, figuram principalmente cursos de idiomas e lojas de perfumaria e cosméticos. Confira, a seguir, as dez redes de franquias que estão há mais tempo no mercado, segundo a ABF:

• Yázigi Internexus:
A Yázigi é uma das primeiras redes franqueadoras de que se tem notícias no Brasil. A primeira franquia da escola de idiomas Yázigi Internexus foi aberta em janeiro de 1954. Hoje, com 420 unidades a escola pertence ao grupo Multi, holding que controla também a Wizard e a Skill. A empresa tem 4 mil funcionários e atende 180 mil alunos por ano. Com investimento inicial a partir de 115 mil reais, a rede não cobra royalties e estima que cada unidade fature, em média, 50 mil reais. O lucro liquido é de 30% sobre o faturamento bruto. O retorno do investimento acontece entre 30 e 40 meses.

• Fisk:
Fisk é uma das maiores franquias brasileiras quando o assunto é número de unidades no exterior. São 894 escolas no Brasil e 107 fora do país. As primeiras franquias foram inauguradas em 1962. Desde então, a rede de escolas atendeu 15 milhões de alunos. A partir de 1992, a Fisk passou a fazer parte de uma holding que administra também a PBF, a agência Larry Propaganda e a Support Editora e Papelaria. O investimento em uma unidade começa em 50 mil reais e o retorno do capital pode acontecer entre 18 e 24 meses.

• PBF:
Criada em 1965, a rede de escolas de idiomas PBF conta com 200 unidades e mais de 100 mil alunos. As franquias começaram a ser comercializadas em 1972. Com foco no público infantil, a franquia oferece aulas de inglês e espanhol e faz parte do mesmo grupo que administra a rede de escolas Fisk. A PBF não cobra taxa de franquia nem royalties e garante que com um baixo investimento, sem contar o valor do ponto comercial, é possível começar uma operação. O investimento de 28 mil reais vale para uma escola de pequeno porte e o retorno acontece até 24 meses de trabalho.

• Arezzo:
No mesmo ano em que foi fundada, 1972, a Arezzo iniciou a operação de franquias. Recentemente, a rede entrou na bolsa de valores, com uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) que levantou mais de 560 milhões de reais. No setor de calçados, de acordo com dados da ABF, as 250 lojas da rede faturam mais do que qualquer outra empresa. Anualmente, são vendidos 3 milhões de produtos entre sapatos, bolsas e acessórios, que geram faturamento de 400 milhões de reais. Para ter uma unidade da marca, o empreendedor deve desembolsar entre 400 e 750 mil reais.

• CCAA:
Criada no Rio de Janeiro, em 1961, a escola de idiomas CCAA funcionava em uma sala comercial. Em 1969, a empresa já licenciava a marca e a metodologia a quem quisesse ter uma unidade. O sistema de franquias aparece seis anos depois. Hoje, a rede tem 800 unidades pelo Brasil, além do CCLS, um centro que oferece aulas de português e outros idiomas, em Miami. De acordo com informações da ABF, uma franquia custa entre 70 e 300 mil reais e fatura 39 mil reais por mês. O retorno do capital acontece entre 24 e 36 meses.

• Kumon:
A rede de ensino Kumon foi criada no Japão e chegou ao Brasil em 1978. Por aqui, a segunda maior rede do país tem mais de 1500 franquias que atendem 100 mil alunos. O investimento mínimo inicial é de 15 mil reais. Segundo a rede, uma unidade com 100 alunos, em grandes cidades, fatura até 13 mil reais. O retorno deste capital acontece, em média, entre 18 e 24 meses.

• Água de Cheiro:
A rede de lojas de perfumes e cosméticos foi criada em 1976, em Belo Horizonte. A partir de 1981, a empresa estruturou o sistema de franquias e hoje soma 800 pontos de venda. Em 2009, a Água de Cheiro foi comprada pela Globalbras, que adquiriu também a catarinense Akakia, e juntou as operações das duas marcas de perfumes. A holding já investiu 150 milhões de reais no segmento desde 2009. Uma franquia exige investimento de 160 mil reais e tem retorno previsto para 36 meses. A Água de Cheiro não cobra taxa de publicidade, mas cobra royalties de 40% sobre as compras na indústria.

• O Boticário:
O Boticário é a maior franquia brasileira em número de unidades, segundo a ABF. São mais de 3 mil pontos de venda e 915 franqueados. A empresa começou como uma farmácia de manipulação, em 1977. O bioquímico Miguel Krigsner vendia cremes faciais à base de algas e colágeno, em Curitiba, quando decidiu expandir a empresa e abriu uma franquia em Brasília, em 1982. Em 2009, as unidades franqueadas da rede faturaram 2,8 bilhões de reais. Para abrir uma loja, o investidor desembolsa 250 mil reais.

• Localiza:
Criada em 1973, a Localiza começou com seis fuscas. Dez anos depois, as franquias começaram a ser vendidas e, hoje, está entre as maiores redes de aluguel de carros da América Latina, com 242 agências e uma frota de mais de 10 mil carros. Em 2005, a empresa fez uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), no Novo Mercado da Bovespa. No ano passado, segundo a empresa, a receita líquida atingiu 2,5 bilhões de reais. Uma unidade da Localiza custa de 130 a 800 mil reais.

• Lacqua di Fiori:
A produtora de perfumes e cosméticos L’acqua di Fiori foi fundada em 1980 e começou a operar como uma rede de franquias em 1983. Ao todo, a rede tem 16 lojas próprias e mais de 1000 unidades franqueadas. A empresa comercializa quiosques e lojas, com investimentos 45 mil e 120 mil reais, respectivamente. Os empreendedores não pagam taxa de franquia e podem faturar até 45 mil reais por mês. O retorno do investimento acontece entre 18 e 36 meses, segundo a empresa.

Fonte: Priscila Zuini, para: exame.abril.com.br

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